Seus filhos tem acne? Saiba o que fazer

Olá amigas, tudo bem?

 
Como vocês tem passado com essa pandemia e retomada da economia? Sim, ainda em passos lentos, mas vamos acreditar que tudo vai se resolver.


Mudando de assunto, vamos falar de uma fase terrível em nossas vidas. As terríveis, tenebrosas e horrorosas ESPINHAS. Poderia dizer que isso só ocorre na adolescência, só que não.


Eu Alexandra Bombonato estou com 48 anos e com um milhão de espinhas no meio rosto, mas precisamente no queixo, e por que isso ocorre?


A acne, em geral, está relacionada a desequilíbrios entre hormônios e a pele. E vamos combinar que nossos hormônios não são nossos amigos após os 40 anos.


Na adolescência como em outras idades, crianças ou adultos, podem apresentar alterações hormonais devido à maior produção pelo próprio organismo, devido à ingestão de medicamentos, por uso de anticoncepcionais, alimentos contaminados com hormônios, ou uso de suplementos alimentares inadequados.


Existem casos em que as taxas hormonais estão normais e o problema se deve a uma hipersensibilidade dos receptores hormonais existentes nas glândulas em geral, da pele.


Outras influências também precisam ser consideradas como o estresse, hábitos inadequados como o uso de cosméticos que provocam mais lesões, a ação do sol em excesso, o ambiente de trabalho com temperaturas elevadas, o contato com o cloro, etc.


Por estas razões você deve buscar orientações de um dermatologista, que é o profissional habilitado a fazer o diagnóstico e orientar o seu tratamento.

E nossos filhos quando tem acne, senhor como é difícil.

Sim a acne é uma das doenças de pele mais comuns, ela pode surgir por volta da adolescência e trazer impactos até a vida adulta.


A acne vulgaris (nome científico) afeta cerca de 85% dos jovens em fase de crescimento. Basicamente, o que acontece é o aparecimento de pequenas lesões na face, que podem ou não, conter pus. Quando ela manifesta-se por um longo período de tempo, é considerada crônica e necessita de tratamento.

 

A acne pode ser angustiante e persistente pois, muitas vezes, quando as lesões começam a melhorar, outras parecem surgir.

Além das lesões da pele, outro problema da acne é o emocional, pois aparecem com frequência no rosto, o que pode causar impactos severos na autoestima.


Durante a adolescência, a validação social é muito importante, e a doença pode desencadear ataques de bullying, isolamento e rejeição. Quando manuseadas indevidamente, as lesões podem deixar cicatrizes profundas na pele, o que faz com que os impactos na aparência perdurem durante a vida adulta.


Jovens com acne tendem a ser mais fechados, infelizes e solitários do que adolescentes que não passam pelo problema. Quando há tentativas sem sucesso de tratamento, a frustração pode ser ainda maior. Portanto, lavar muito o rosto, fazer o uso exagerado de cremes, usar receitas caseiras e espremê-las são hábitos que devem ser evitados.


Por se tratar de um país cujo clima é tropical, com altas temperaturas, o Brasil possui pelo menos 56% da sua população acometida pela acne. Durante a adolescência, o fator desencadeador das acnes é o excesso de hormônios produzidos pelo organismo, que causam mudanças nas glândulas da pele, o que aumenta a oleosidade. A acne começa quando o óleo se mistura com células mortas da pele e obstrui os poros. Elas aparecem principalmente na linha T (testa, nariz e queixo), e em casos mais severos, podem atingir as costas.


A boa notícia é que a acne é uma doença tratável. Além de alguns medicamentos, o dermatologista pode indicar uma rotina de cuidados, que irá melhorar o controle da oleosidade, e, consequentemente, uma redução significativa nas lesões. Quando as cicatrizes da acne já estiverem definidas, o tratamento dermatológico pode auxiliar para diminuir a aparência e profundidade delas.


É uma fase muita complicada na vida de nossos filhos e temos que ficar atentas a tudo. Esta fase pode interferir muito no psicológico, então ATENÇÃO.

Até a próxima edição
Bjs
Ale Bombonato

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